A intervenção na pessoa em final de vida deve privilegiar o conforto, a dignidade, a relação e a qualidade de vida. Nesta fase, intervir nem sempre significa promover mais atividade. Significa, sobretudo, compreender o que cada pessoa necessita em cada momento.
Esta formação apresenta uma abordagem prática e humanizada. São trabalhadas estratégias para observar e avaliar a pessoa, reconhecer sinais de conforto e desconforto e adaptar a intervenção às suas capacidades e necessidades.
Ao longo da formação, serão exploradas estratégias de intervenção psicomotora. Entre estas encontram-se a estimulação sensorial, a mobilização suave, a consciência corporal, a música, a reminiscência, o relaxamento e a comunicação não verbal.
Além disso, serão analisados casos práticos e situações do quotidiano profissional. Os participantes irão refletir sobre quando intervir, adaptar uma atividade, reduzir a estimulação ou simplesmente estar presentes.
A formação valoriza ainda a presença, o toque, a voz, o silêncio e a relação. Desta forma, pretende proporcionar estratégias práticas para uma intervenção individualizada e centrada no conforto e na dignidade.

